ABC do comércio exterior – abrindo as primeiras páginas

 

Apresentamos abaixo, a quem se interessar, o programa de uma das nossas várias palestras, a “ABC do comércio exterior – abrindo as primeiras páginas“.

A palestra e condições financeiras de nossa contratação para a sua realização em local, dia e horário a ser indicado pelo contratante e acertado conosco, devem ser tratadas diretamente nos e-mails samirskeconsultoria@gmail.com ou samir.keedi@hotmail.com ou pelos telefones (11) 9-9885-2032 / 9-9852-6962

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E PLANEJAMENTO DIDÁTICO

13072017

 

PALESTRA                                              : ABC DO COMÉRCIO EXTERIOR – ABRINDO AS PRIMEIRAS PÁGINAS

CARGA HORÁRIA                                 :1,5 -3,0 HORAS

PROFESSOR QUE MINISTRARÁ  : SAMIR KEEDI

 

I – OBJETIVOS 

– Transmitir aos participantes informações básicas sobre comércio exterior e sua importância

– Dar conhecimentos sobre globalização, integração dos países e blocos econômicos e acordos do Brasil

– Mostrar os caminhos do comércio exterior, o desconhecido e as atividades que se pode exercer na área

  

II – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Comércio exterior, suas motivações, importância

– o que é comércio exterior, exportar e importar, suas motivações e importância

– tipos de exportação e importação e importância

– restrições tarifárias e não tarifárias e motivos das restrições

 

  1. Globalização, integração, blocos econômicos e acordos do Brasil e do Mercosul

– globalização visível

– integração: áreas de preferência tarifária, de livre comércio, mercado comum e união econômica

– principais blocos econômicos e acordos no mundo

– acordos do Brasil e do Mercosul

 

  1. Caminhos do comércio exterior, o desconhecido e atividades

– maneiras de apresentação e negociação

– formas de venda ou compra

– o desconhecido: dificuldades e exemplos

– atividades exercidas no comércio exterior

 

III – ESTRATÉGIA DE TRABALHO

– EXPOSIÇÃO

– PROJEÇÃO DE SLIDES (DATA SHOW)

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Author: Samir Keedi

-Mestre (Stricto Sensu) e pós-graduado (Lato Sensu) em Administração pela UNIP-Universidade Paulista. -Bacharel em Economia pela PUC-Pontifícia Universidade Católica. -Profissional de comércio exterior desde março de 1972. -Especialista em transportes; logística; seguros; incoterms; carta de crédito e suas regras; documentos no comércio exterior; contratos internacionais de compra e venda. -Generalista em várias atividades em comércio exterior. -Consultor em diversos assuntos relativos ao comércio exterior. -Professor universitário de graduação e pós graduação desde 1996. -Professor e instrutor técnico desde 1996. -Palestrante em assuntos de comércio exterior e economia. -Colunista em jornais e revistas especializadas. -Autor de vários livros em comércio exterior. -Tradutor oficial para o Brasil do Incoterms 2000. -Representante do Brasil na CCI-RJ e Paris na revisão do Incoterms 2010.

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2 Comments

  1. Avatar

    Boa tarde,

    gostaria de saber qual é a sua opinião em relação à dificuldade de falar sobre comércio exterior nas associações setoriais.

    Por exemplo: uma indústria fabricante de equipamentos é associada à ABIMAQ. Se esta empresa entrar em contato com a ABIMAQ perguntando sobre feiras internacionais do setor a associação instrui a procurar a APEX ou a Brazil Machinery Solutions. E assim vai, um looping eterno de associações que não te dão nenhum suporte, e estão sempre redirecionando suas perguntas para outra associação.
    Detalhe que é necessário ser associado a todas para conseguir respostas. O que prometem sobre auxílio à exportação é sempre pago (pesquisas de mercado).

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      Boa tarde Thaís,

      Entendo que isso não poderia ocorrer. Uma associação deveria saber poder informar seus associados em tudo que eles necessitam. Por isso ela é uma associação e tem filiados. Caso contrário, não há porque se filiar a ela. E nem ela existir.

      A Apex é a entidade do governo que sabe, leva e trás empresas para feiras. E entendo que deve haver uma integração entre as associações e a Apex e outras entidades.
      Isso é falha da associação.
      Mas, isso faz parte da total falta de cultura de comércio exterior no país. Estamos eternamente participando na média de 1% do comex mundial. Somos cerca de 2,5% a 3,0% da população mundial, PIB mundial, me parece que território também. No mínimo deveríamos ser isso no comex. Essa é a nossa falta de cultura e desprezo pelo comércio exterior.

      atenciosamente

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