PROGRESSISTAS (SIC) NÃO EXISTEM. NEM UM.

 

Não há dúvida de que este título deve ser estranho a muita gente. Quiçá a todos. Como assim, que afirmação é essa de que não existem progressistas (também conhecidos por esquerdistas)? Reiteramos, não existe um só desse time. Nem no Brasil, nem no mundo. É isso que vamos mostrar aqui. Desfazer um mito recorrente.

Quer dizer que, também, portanto, não existe esquerda e direita? Bom, para nós, não. Afinal, o que é esquerda ou direita? O que isso diz? Nada. Só os entendemos como partes do corpo e sinais de trânsito e outros.

O que existe de fato são desenvolvimentistas e retrógrados, e estes como ditadores e aproveitadores. Desenvolvimentistas são aqueles que pregam e praticam o desenvolvimento. Nas suas mais diversas formas, especialmente, mas não só, economicamente. Permitindo a todos os seres humanos melhorarem suas vidas em todos os aspectos. Seu bem-estar com mais e melhor alimentação, vestuário, meios de locomoção, saúde, segurança, etc. etc. etc.

São aqueles que pensam na humanidade, no planeta, de forma coerente, sem hipocrisia, sem mentiras para cima dos incautos que ainda acreditam em gente da outra espécie.

São pessoas que pensam em fazer isso por meios pessoais, próprios, de empresas, suas ou de outrem. Que criam associações honestas, pensando no bem estar das pessoas, sem esperar nada em troca.

Ou através da política, em que pensam em candidaturas nas mais varias esferas de governo. Ou através de cargos nos governos das várias esferas, ou comandando associações.

Ou seja, pessoas com honestidade acima de qualquer suspeita. Ou, podemos até pensar em pessoas ou empresas com interesses, mas que pensam nas pessoas, no país, na humanidade, no planeta. Nada de errado, se fizerem o bem.

Assim, fica claro o que são os desenvolvimentistas. Normalmente pessoas de bem, com bom raciocínio, sem a conhecida dissonância cognitiva, muito comum em muitas pessoas. E que só conseguem fazer isso através do capitalismo, liberalismo, liberdade de empreendimento, etc.

De outro lado, temos aquelas pessoas que só pensam em si. Em absolutamente mais ninguém. Os que fazem de tudo apenas por interesse pessoal. Sem pensar no bem comum, em especial no país. Sendo bom para eles, não importa absolutamente mais nada e ninguém.

São aquelas pessoas que já nasceram egoístas, e que parece ser uma doença. Têm uma dissonância cognitiva elevadíssima. Não conseguem enxergar a realidade à sua frente. Enxergam tudo distorcido.

São aqueles que olham para Cuba e defendem o regime. Afirmam categoricamente que lá existe democracia. Que o povo tem a vida que precisa e merece. E costumam citar a saúde como virtude, como se fosse o suficiente. E sem comprovação.

São aqueles que vêem a Venezuela como uma democracia, porque tem eleição. Eleição não é necessariamente democracia, em especial se for fraudada. O país mais rico da América Latina nos anos 90 é hoje um dos mais pobres, em que seus cidadãos têm que garimpar seu alimento no lixo. E tem que sair do país e procurar outro.

E são aqueles que, certamente, estão agora satisfeitíssimos com o que estão fazendo, aos poucos, na Argentina. Que já foi um dos países mais ricos do mundo no início do século XX. Ainda bem que não vemos defesa da Coréia do Norte (sic).

Portanto, qual o resumo da ópera? De um lado temos as pessoas que pensam no seu semelhante. De outro lado temos aqueles que não pensam e só têm interesses. E, por cima, destroem para ganhar.

Quem são esses sempre ditos progressistas? Como dissemos no início, progressistas não existem. Nenhum um que seja. O que existem são ditadores, que só pensam em tomar o poder, escravizar seus cidadãos. Para isso usam expressões batidas como socialismo, como se fosse algo social e para todos. E comunismo, como se fosse algo para a comunidade, que também trouxesse o bem estar a todos.

E, para comprovar o que estamos dizendo, basta ver o que aconteceu em todos os países que já experimentaram essas “expressões”.

Vide a velha União Soviética, que impôs as “expressões” e escravizou o povo de vários países. Mas, e seus dirigentes? Todos com vidas excelentes e riquezas absolutas em seus fantásticos palácios.

O que aconteceu em Cuba? Da mesma forma, escravidão para o povo, em que nada avança, e tudo regride. E seus dirigentes? Sim, claro, nem precisamos dizer. Vidas fantásticas, riquezas idem, palácios idem.

O que acontece na Venezuela? Algo diferente? Qual a vida do povo? E qual a vida e riqueza dos dirigentes, em especial o todo poderoso ditadorzinho? E é sempre assim. Nadando em dinheiro.

Portanto, finalizando, não existem os tais progressistas – termo roubado daqueles que querem e trabalham pelo progresso. São todos capitalistas, impondo ao povo uma vida das piores.

Mais uma prova. Qual esquerdista conhecido no Brasil que foi viver em Cuba? Na Venezuela? Coréia do Norte?

Sabemos onde eles estão. Portugal, Suíça, França, Inglaterra, Estados Unidos da América. Todos esses países capitalistas e com bem-estar altíssimo a seus cidadãos. Assim, só querem do bom e do melhor. Muitos deles estão aqui, para terem o mesmo que teriam indo para esses países. E uma grande quantidade já tem.

O povo compra suas ideias, pensa em melhoria com eles, mas, cego, não consegue ver o que eles fazem, onde vivem e como vivem. Não conseguem ver a diferença. E ficam esperando, pensando que são progressistas por quererem algo melhor, por quererem o progresso. Todo progressista é efetivamente capitalista e ditador.

Assim, o desafio está lançado. Quem conhece de fato algum progressista (esquerdista)? Por favor, nos aponte e seja feliz por nos desmentir.

Author: Samir Keedi

-Mestre (Stricto Sensu) e pós-graduado (Lato Sensu) em Administração pela UNIP-Universidade Paulista. -Bacharel em Economia pela PUC-Pontifícia Universidade Católica. -Profissional de comércio exterior desde março de 1972. -Especialista em transportes; logística; seguros; Incoterms®; carta de crédito e suas regras; documentos no comércio exterior; contratos internacionais de compra e venda. -Generalista em várias atividades em comércio exterior. -Consultor em diversos assuntos relativos ao comércio exterior. -Professor universitário de graduação e pós graduação desde 1996. -Professor e instrutor técnico desde 1996. -Palestrante em assuntos de comércio exterior e economia. -Colunista em jornais e revistas especializadas. -Autor de vários livros em comércio exterior. -Tradutor oficial para o Brasil do Incoterms 2000. -Representante do Brasil na CCI-RJ e Paris na revisão do Incoterms® 2010.

Share This Post On

Submit a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *