De novo à voltas com os juros
E lá vamos nós, uma vez mais. Bastou a nossa inflação dar mais uma subida – que há algum tempo está fora de controle – para o governo apelar à taxa de juros. E tome subida. E não será a última. Certamente teremos algumas mais. Sempre prejudicando o investimento, que já é pequeno. Da ordem de 18% ao ano entre 1995 e 2012. Quanto mais alta a taxa de juros, menor a chance de investimento. E um país só cresce com ele. E não só com consumo...
Apagão da responsabilidade
É comum no Brasil o uso do termo apagão. É usado para quase tudo. Nos últimos anos o termo apagão logístico tem dominado a imprensa quando se quer falar dos problemas logísticos e da péssima infra-estrutura brasileira. Confessamos que nunca gostamos do termo, e não costumamos utilizá-lo. Mas, estamos nos rendendo ao termo, em especial para criarmos um novo, dentre tantos, que é o apagão da responsabilidade. E é isso que vem ocorrendo...
Mercosul: Requiem aeternam dona eis
E, de novo, estamos as voltas com problemas com o Mercosul. Aparentemente, nasceu para ser problemático. E, não bastasse isso, deu para inverter as bolas. Começou (sic) a confundir democracia com ditadura e vice-versa. Interesses de quem? De todos? Entendemos que sim, o Paraguai estava incomodando. Já eram seis anos à espera de aprovação da entrada da Venezuela no bloco. Brigaram com o Paraguai, por nada, e lhe enfiaram a Venezuela...
Em que década estamos mesmo?
A semelhança entre os anos 2010 e os de 1980 é grande. E achamos que já está começando a ser percebido. A década de 80 é chamada de década perdida. Embora não tenha sido única. A de 90 também. A de 2000 foi meio perdida. Ou seja, só estamos perdendo. Entre ano sai ano, entra década sai década, sempre mais do mesmo. Atraso de vida, crescimento irrisório, vergonhoso. Só no Brasil. Não pensem que é no mundo. Nessas três décadas o mundo...
Arrecadação pela arrecadação
É revoltante ver como o brasileiro tem sido enganado. E, não só pelo governo. Também por conta própria. Desde que não se disponha a ler, analisar, ver o que está ocorrendo, é cúmplice. E é estranho ver as pessoas sendo cúmplices em tramas contra si mesmas. É o que se pode denominar de suicídio. O que explica isso no brasileiro? Por que não se preza? Na questão da arrecadação e o que retorna é notório. Quase nada. Por que não...
Acordos comerciais – o retorno
Temos, ao longo do tempo, escrito bastante sobre acordos comercias com outros países. E que o Brasil é avesso a eles. Prova disso é o fato de termos tão poucos acordos comerciais. Apenas no âmbito da Aladi, e dois fora dela. Estes com Israel e Índia. Assim mesmo, nem todos tem abrangência total. O três acordos com o México e os dois fora da Aladi não abrangem a totalidade das mercadorias. Como se pode fazer comércio exterior assim?...